O QUE ACONTECEU COM O CLUBHOUSE?

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Apesar de ter sido lançado em abril de 2020, o sucesso do Clubhouse começou entre o fim do mesmo ano e o começo de 2021. Não à toa, a rede social foi avaliada no dia 21 de janeiro com um valor de mercado de US$ 1 bilhão. Com tamanha popularidade, não demorou muito para que outras redes sociais copiassem as funcionalidades da plataforma. Agora, cerca de um ano após o começo do sucesso, o Clubhouse parece que a plataforma está perdendo espaço; mas será mesmo?

Um dos motivos que criou interesse no Clubhouse pode ter também levado a sua queda de popularidade: a exclusividade. Quando lançado, o aplicativo funcionava apenas em dispositivos com iOS e necessitava de um convite. Ou seja, para participar era necessário que algum usuário com conta na plataforma te chamasse. Esse modelo já foi adotado por outras redes sociais em seus primeiros momentos e serviu para que muita gente se interessasse em entrar no ambiente “exclusivo”.

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Apesar disso, o sucesso estrondoso e rápido do Clubhouse não foi acompanhado pela evolução da plataforma em atender esse público. Levou meses para que os convites fossem dispensados e, apenas em maio, o app ganhou sua versão para Android. A está altura o burburinho em torno da rede social já começava a diminuir e outras concorrentes já começavam a testar seus próprios formatos de áudio ao vivo.

Em março, por exemplo, o Twitter já estava com o Spaces e o Facebook já testava o Audio Live Rooms, que chegou oficialmente em junho. Em abril, o número de downloads da plataforma já havia caído 72% enquanto os concorrentes cresciam. 

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No entanto, apesar de ter perdido espaço, o Clubhouse segue sendo uma plataforma bastante ativa, muito usada inclusive no mercado corporativo, com palestras e outros conteúdos via áudio. Recentemente, inclusive, passou a ser possível gravar o conteúdo para ouvir depois e compartilhar trechos em outras redes sociais, em uma tentativa de atrair novos usuários.

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